Pollyana de Rezende Castilho Brito é médica graduada pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Possui especialização e subespecialização em Psiquiatria pelo Instituto Raul Soares (IRS) e em Psiquiatria da Infância e Adolescência pelo Hospital das Clínicas da UFMG — ambas residências médicas reconhecidas pelo MEC. Complementou sua formação com a Capacitação em TDAH para profissionais de saúde (MEC).
Sua trajetória profissional é marcada por sólida vivência clínica na rede pública e privada. Na Maternidade Odete Valadares (MOV-FHEMIG), destaca-se pela experiência em atendimentos de urgência, ambulatorial em pré-natal de alto risco, assistência a mulheres vítimas de violência sexual e psiquiatria geral. Além disso, atuou como plantonista no Hospital Espírita André Luiz (HEAL) e no Centro Psíquico da Infância e Adolescência (CEPAI-FHEMIG).
No campo acadêmico, contribuiu para a formação de novos médicos e especialistas em psiquiatria como preceptora no Internato de Psiquiatria da FAMINAS e no Programa Fellowship de Psiquiatria da Clínica Shelter.
Com uma formação acadêmica de 10 anos e experiência prática em urgência e ambulatorial desde 2017, Pollyana hoje dedica sua prática clínica exclusivamente ao cuidado de mulheres, com foco em Saúde Mental da Mulher e Psiquiatria Perinatal.
E, para além do consultório, vive diariamente o aprendizado constante de ser a mãe do Bê.
Até 2015, a maioria dos estudos em neurociência focava seis vezes mais em pacientes do sexo masculino. A justificativa para excluir as mulheres era que as nossas oscilações hormonais (o ciclo ovariano) dificultariam a criação de um ambiente estável para analisar os resultados. No entanto, tornou-se evidente que o sexo biológico é essencial para compreender os riscos, a evolução e a forma como cada corpo responde ao tratamento. Por isso, desde 2015, o National Institutes of Health (NIH) tornou obrigatória a inclusão do sexo feminino nessas pesquisas.
Felizmente, vivemos um momento de grande avanço no entendimento dos transtornos psiquiátricos na mulher. Compreender as diferenças entre os gêneros — como a idade em que os sintomas surgem, a frequência das doenças e a maneira como elas evoluem — evidencia que nós, mulheres, temos necessidades únicas.
Sofremos de maneira diferente em cada fase da vida: desde a primeira menstruação (menarca) e o período pré-menstrual, passando pela gravidez e o pós-parto, até a perimenopausa. Além da biologia, enfrentamos um contexto sociocultural que nos impõe pressões muito mais intensas do que aos homens. São inúmeros exemplos: o rótulo de “sexo frágil”, os desafios no ambiente de trabalho, a dupla jornada, as cobranças sobre casar e ter filhos, e a nossa maior exposição a diversas formas de violência.
A Psiquiatria é uma especialidade médica muito ampla, mas diante dessas especificidades da clínica feminina, é fundamental que o médico tenha um olhar sensível às nossas questões. Meu compromisso é direcionar esse aperfeiçoamento profissional para, verdadeiramente, acolher e oferecer à mulher o cuidado e o tratamento que ela merece.
Meu nome é Pollyana, sou mineira, de BH, venho de uma família com pais e uma irmã presentes, casada e mãe do Bernardo. Considero que a minha trajetória na psiquiatria reflete essa pessoa bem caseira e família que eu sou. Vou explicar isso melhor:
O caminho para me formar médica foi demorado e com diversas mudanças de percurso. Acredito que as melhores coisas que chegam para nós nem sempre são as que a gente planejou.
Sempre gostei de estudar e, na escola, me destacava na área de exatas. Então, apenas com 17 anos, tomei a difícil decisão de sair de casa para cursar Química Industrial na UFOP. Após 1 ano e meio de curso, percebi que eu não era tão da exatas assim…
Voltei para BH e, durante a preparação para um novo vestibular, era grande a necessidade de escolher uma profissão que proporcionasse o contato direto com as pessoas. Depois, percebi um pouco mais além, havia a vontade de cuidar de pessoas.
Após cursar metade do curso de Fisioterapia na UFMG, um novo incômodo: a área da reabilitação é gratificante, porém era grande o interesse em se fazer presente em outros momentos na trajetória do cuidado: eu queria compreender melhor o processo de adoecimento (qual o contexto de vida daquela pessoa? quais os fatores contribuíram para que desenvolvesse aquela doença? como ela se sentiu ao receber o diagnóstico? o que a toca de verdade? qual a dor realmente importa para ela?); também queria a oportunidade de me colocar ao lado do paciente ao longo do tão desejado caminho de cura. Foi, então, que eu decidi fazer medicina…
Mais uma vez, enfrentei os desafios de deixar um curso e de deixar a minha casa por mais 6 anos para estudar Medicina na UFV.
No final da medicina, passamos por um período de escolha decisivo: o da especialidade médica. E…nesse ponto, a Psiquiatria foi a minha “não escolha” mais acertada!
A minha primeira opção de curso, a oftalmologia, disponibilizava poucas vagas para essa formação em BH e voltar para a minha casa era uma grande vontade. Bom…eu não passei na oftalmologia, mas passei na minha segunda opção de curso, a psiquiatria. Desenvolvi uma grande paixão e carinho por essa especialidade, pois, além de permitir uma forma de cuidado tão aprofundado, entendo que ela foi o meu bilhete de volta para a casa.
Curiosamente, a subespecialidade de Psiquiatria de Infância e Adolescência foi o que conduziu à escolha da minha área de atuação: Saúde Mental da Mulher e Psiquiatria Perinatal. O atendimento ao público infanto-juvenil proporcionou um contato próximo com as mães: mulheres que, mesmo diante de situações de intenso sofrimento, apresentam uma inspiradora capacidade de amar e de se doar no cuidado de seus filhos.
Foi então que escolhi direcionar a minha carreira ao cuidado dessas e de tantas outras mulheres que, em diferentes fases e escolhas de vida, seguem igualmente fortes enfrentando os desafios contemporâneos. Me tornar psiquiatra na Maternidade Odete Valadares agregou grande valor e experiência à minha formação profissional.
Há um tempo pequeno, mas intenso, a maternidade me permitiu vivenciar algumas das experiências contadas por tantas mães. Para além disso, ela me fez revisitar os laços já constituídos e a desenvolver um olhar mais atento sobre a minha mãe, sobre a forma como ela vem percorrendo as diferentes fases de vida. E isso faz com que, diariamente, eu queira dedicar os meus estudos e o meu trabalho à saúde mental das mulheres.
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Pollyana de Rezende Castilho Brito
Cuidado especializado para mulheres com idade entre 18 e 60 anos, que buscam equilíbrio emocional em diferentes fases da vida. Confira algumas das condições tratadas no consultório:
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